| Críticas Concertos |
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"Clélia como que para prestar tributo à terra de adoção tocou autores ingleses. Dois, pelo menos, inteiramente desconhecidos por aqui. Arnold Bax, um impressionista, realizou com bom gosto a Nereida. York Bowen, tido como o Rachmaninoff do reino insular mostrou em quatro Prelúdios uma linguagem vistosa, romântica, de algum modo tributária da do russo. Mas o escol do programa foi mesmo Chopin, através da Valsa No.1 e da Barcarola. Clélia deu em ambas uma bela realização, estabelecendo planos de sensibilidade convincente. Sempre em dia, a Clélia Iruzun, sempre atenta a pormenores que tanto valorizam uma performance."
Recital no Wigmore Hall, London, Musical Opinion, agosto 2005 "Clélia pode tocar tão leve como uma borboleta voa nos céus como também incendiar a platéia com sua vibrante interpretação." "Que concerto maravilhoso o de ontem com a pianista Clélia Iruzun! A variedade do repertorio com os clássicos e as músicas brasileiras proporcinaram uma nova experiência para a platéia de Xangai." "A pianista parecia ter mais de 10 dedos e suas mãos dançavam pelo teclado!" "Clélia nos proporciou uma noite maravilhosa. Vestida em vermelho sua música também cheia de brilho... Foi uma noite inesquecível para o público de Ya An." "A famosa pianista brasileira Clélia Iruzun tocou o melhor concerto da série internacional da Universidade de Pequim. Esperamos que ela volte muitas vezes." "Há muito tempo nós não tínhamos um concerto tão brilhante na nossa cidade." "A pianista Clélia Iruzun nos proporcionou uma noite inesquecível." "Clélia Iruzun é uma grande embaixadora do Brasil pelo que demonstrou na punjante interpretação das Bachianas Brasileiras de Villa-Lobos. A 1a. Balada de Chopin foi um incrível deleite estilístico." "O Concerto No.1 de Mendelssohn assumiu toda a sua imponência nos dedos da brilhante solista. O temperamente ardente porém controlado de Clélia ficou perfeito na execução do 1o. movimento. No 3o. movimento de tempo rápido, a artista revelou dedos inacreditáveis sem perder por um só instante a clareza e o frescor." "O lirismo eclodiu com a clareza do cristal; o piano magistralmente tocado...Magníficos o Prelúdio e Ária das Bachianas Brasileiras No.4" "Uma recitalista que aparentemente não emprega nenhum esforço físico para tocar piano e ainda assim produz sonoridades que vão de murmúrios a fortíssimos tempestuosos. Os Estudos Sinfônicos de Schumann, grandemente concebidos, alcançaram o público com maturidade consolidada...Iruzun brilhou com originalidade e técnica impecável." "No Allegro Maestoso (Chopin Concerto No.1) seu fraseado foi excepcional, com refinados toques de pedal, terminando com uma brilhante Coda; Clélia tocou o Larghetto com grande variedade de cores; e no Rondo Vivace foi novamente brilhante tocando com grande virtuosismo. Seu Concerto foi sério sem afetações desnecessárias, nem rigidez; ela parece acariciar as notas e tudo no seu toque é espontâneo e natural." "A Valsa Mephisto soou como se o próprio compositor a estivesse tocando... Impecáveis as Variações sobre um tema de Duport de Mozart." "O Concerto No.3 de Beethoven foi tocado com técnica cristalina e maturidade altamente desenvolvida" "Soaram assim pejadas de verve, de brilho, em alternância equitativa com cantabiles bem expressivos o Tango de Albeniz(transcrição de Godowsky), mais outro Tango, este de Marlos Nobre, As Cinco Peças de F. Mignone e principalmente o tríptico de Alberto Ginastera estruturado em danças argentinas. Foi aqui, sem dúvida o ponto alto do recital. Quantas porções de dinâmica transmitidas por um mecanismo fluente. Quanto sentido rítmico preciso e ao mesmo tempo flexível na expressão necessariamente coreográfica. Uma chuva de aplausos desatou-se ininterrupta." "As Variações de Mozart K265 receberam uma interpretação brilhante contrastando com sua emocionante performance da transcrição Schubert/Liszt de Fruhlingsglaube." "Na Fantasia Wanderer de Schubert os momentos de bravura foram impressionantes e as passagens mais sonhadoras cheias de romantismo. O Scherzo foi cintilante e o Finale com extremo domínio e força...Iruzun terminou o recital com duas peças das Goyescas de Granados, La Maja y el Ruisenõr e El Pelele que encerrou uma noite de esplêndido virtuosismo." "O recital de Clélia Iruzun no Wigmore Hall no dia 6 de julho (98) confirmou a presença de uma verdadeira musicista com idéias definidas sobre música e sua execução...A Valsa Mephisto de Liszt trouxe este recital a um final deslumbrante." "Brilhante e romântica intérprete de Beethoven, Chopin e Scriabin". "A ilustre pianista brasileira Clélia Iruzun deu um bem programado recital lançando seu novo CD "The Waltz Album". Cada obra foi executada com considerável virtuosismo e introspecção. A Valsa da Dor de Villa-Lobos soou apropriadamente dolente, e música de Mendelssohn, Chopin e Liszt foram todas executadas com notável musicalidade". |


