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"Clélia como que para prestar tributo à terra de adoção tocou autores ingleses. Dois, pelo menos, inteiramente desconhecidos por aqui.
Arnold Bax, um impressionista, realizou com bom gosto a Nereida. York Bowen, tido como o Rachmaninoff do reino insular mostrou em quatro Prelúdios uma linguagem vistosa, romântica, de algum modo tributária da do russo. Mas o escol do programa foi mesmo Chopin, através da Valsa No.1 e da Barcarola. Clélia deu em ambas uma bela realização, estabelecendo planos de sensibilidade convincente. Sempre em dia, a Clélia Iruzun, sempre atenta a pormenores que tanto valorizam uma performance."
Carlos Dantas, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, Agosto 2006
"Clélia iniciou seu recital com uma parte romântica: cinco Canções sem palavras de Mendelssohn em belíssimos e bem projetados fraseados. Seguiram-se os Estudos Sinfônicos de Schumann - uma proposição musical bem diferente - numa poderosa interpretação notável pelo senso de estrutura. A segunda parte começou com a Sonata do compositor brasileiro João Guilherme Ripper, obra de grande efeito e extremamente bem escrita. Eu espero ouvir outras obras deste interessante compositor no futuro. Finalmente, encerrou o recital com a Suite Andalucia de Lecuona...Clélia estava em seu elemento essencial, numa execução de brilhante virtuosismo e autoridade."
Recital no Wigmore Hall, London, Musical Opinion, agosto 2005
"Clélia pode tocar tão leve como uma borboleta voa nos céus como também incendiar a platéia com sua vibrante interpretação."
Dong Fang Daily, Zhenzhou 2005
"Que concerto maravilhoso o de ontem com a pianista Clélia Iruzun! A variedade do repertorio com os clássicos e as músicas brasileiras proporcinaram uma nova experiência para a platéia de Xangai."
Xinming Evening News, Xangai 2005
"A pianista parecia ter mais de 10 dedos e suas mãos dançavam pelo teclado!"
Chengdu Evening News, Chegdu 2005
"Clélia nos proporciou uma noite maravilhosa. Vestida em vermelho sua música também cheia de brilho... Foi uma noite inesquecível para o público de Ya An."
News Daily, Ya An 2005
"A famosa pianista brasileira Clélia Iruzun tocou o melhor concerto da série internacional da Universidade de Pequim. Esperamos que ela volte muitas vezes."
Beijing University News, Pequim 2005
"Há muito tempo nós não tínhamos um concerto tão brilhante na nossa cidade."
Yangtzee Evening News, Nanjing, China, abril 2004
"A pianista Clélia Iruzun nos proporcionou uma noite inesquecível."
Shanghai East, China, abril 2004
"Clélia Iruzun é uma grande embaixadora do Brasil pelo que demonstrou na punjante interpretação das Bachianas Brasileiras de Villa-Lobos. A 1a. Balada de Chopin foi um incrível deleite estilístico."
Recital nos Mayfair Concerts em Londres, Musical Opinion, Novembro 2003
"O Concerto No.1 de Mendelssohn assumiu toda a sua imponência
nos dedos da brilhante solista. O temperamente ardente porém
controlado de Clélia ficou perfeito na execução
do 1o. movimento. No 3o. movimento de tempo rápido, a artista
revelou dedos inacreditáveis sem perder por um só
instante a clareza e o frescor."
VESTMANLANDS LANS TIDNING, Suécia
"O lirismo eclodiu com a clareza do cristal; o piano magistralmente
tocado...Magníficos o Prelúdio e Ária das Bachianas
Brasileiras No.4"
SEMAINES MUSICALES, Quimper, França
"Uma recitalista que aparentemente não emprega nenhum esforço
físico para tocar piano e ainda assim produz sonoridades
que vão de murmúrios a fortíssimos tempestuosos.
Os Estudos Sinfônicos de Schumann, grandemente concebidos,
alcançaram o público com maturidade consolidada...Iruzun
brilhou com originalidade e técnica impecável."
MUSICAL OPINION, Londres (Recital Purcell Room)
"No Allegro Maestoso (Chopin Concerto No.1) seu fraseado foi excepcional,
com refinados toques de pedal, terminando com uma brilhante Coda;
Clélia tocou o Larghetto com grande variedade de cores; e
no Rondo Vivace foi novamente brilhante tocando com grande virtuosismo.
Seu Concerto foi sério sem afetações desnecessárias,
nem rigidez; ela parece acariciar as notas e tudo no seu toque é
espontâneo e natural."
EL DIA, Zaragoza, Espanha
"A Valsa Mephisto soou como se o próprio compositor a estivesse
tocando... Impecáveis as Variações sobre um
tema de Duport de Mozart."
O GLOBO, Rio de Janeiro (Recital Sala Cecília Meireles)
"O Concerto No.3 de Beethoven foi tocado com técnica cristalina
e maturidade altamente desenvolvida"
JORNAL DO BRASIL, Rio de Janeiro (Teatro Municipal)
"Soaram assim pejadas de verve, de brilho, em alternância
equitativa com cantabiles bem expressivos o Tango de Albeniz(transcrição
de Godowsky), mais outro Tango, este de Marlos Nobre, As Cinco Peças
de F. Mignone e principalmente o tríptico de Alberto Ginastera
estruturado em danças argentinas. Foi aqui, sem dúvida
o ponto alto do recital. Quantas porções de dinâmica
transmitidas por um mecanismo fluente. Quanto sentido rítmico
preciso e ao mesmo tempo flexível na expressão necessariamente
coreográfica. Uma chuva de aplausos desatou-se ininterrupta."
TRIBUNA DA IMPRENSA, Rio de Janeiro
"As Variações de Mozart K265 receberam uma interpretação
brilhante contrastando com sua emocionante performance da transcrição
Schubert/Liszt de Fruhlingsglaube."
KENTISH EXPRESS, Ashford, Inglaterra
"Na Fantasia Wanderer de Schubert os momentos de bravura foram
impressionantes e as passagens mais sonhadoras cheias de romantismo.
O Scherzo foi cintilante e o Finale com extremo domínio
e força...Iruzun terminou o recital com duas peças
das Goyescas de Granados, La Maja y el Ruisenõr e El Pelele
que encerrou uma noite de esplêndido virtuosismo."
ABBOTSBURY FESTIVAL, Dorset, Inglaterra
"O recital de Clélia Iruzun no Wigmore Hall no dia 6 de
julho (98) confirmou a presença de uma verdadeira musicista
com idéias definidas sobre música e sua execução...A
Valsa Mephisto de Liszt trouxe este recital a um final deslumbrante."
MUSICAL OPINION, Londres
"Brilhante e romântica intérprete de Beethoven,
Chopin e Scriabin".
COURIER, Tunbridge Wells, Inglaterra
"A ilustre pianista brasileira Clélia Iruzun deu
um bem programado recital lançando seu novo CD "The
Waltz Album". Cada obra foi executada com considerável
virtuosismo e introspecção. A Valsa da Dor de Villa-Lobos
soou apropriadamente dolente, e música de Mendelssohn,
Chopin e Liszt foram todas executadas com notável musicalidade".
MUSICAL OPINION, Londres, Inglaterra
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