Críticas Concertos

“Concerto de grande sucesso ontem à noite no Teatro Sociale em Fasano…Protagonista a brasileira Clelia Iruzun, pianista de grande talento que homenageou o público com um programa de peças latino-americanas e espanholas. A Iruzun propus músicas de Villa-Lobos, Nazareth, Mignone e Lecuona demonstrando uma tessitura pianística exuberante.”
OsservatOriO oggi.it, maio 2015

“Um pouco de alegria, uma dose de paixão e uma pitada de mágica, tudo amalgamado com muita técnica. O resultado é Clelia Iruzun… E literalmente incantou o público de Fasano… Clelia Iruzun demonstrou todo o seu talento, com umas execuções da máxima virtuosidade.”
fasanolive.com maio 2015

“…o concerto continuou explorando as obras de Mignone. Esse é um compositor cujas obras tocam profundamente o coração de Clélia, e ela tomou o centro do palco ao apresentar os pianísticamente variados 6 Estudos Transcedentais. Essas peças exploram mais as cores e efeitos abstratos do piano do que puro virtuosismo. À parte de uma introdução Bachiana solene, esses estudos são poemas tonais em miniatura, os quais exploraram mundos brasileiros, fascinantes e individuais, aos quais Clélia correspondeu com sentimento sincero. A admiração de Marlos Nobre à musica de Bela Bartok se manifesta de forma brilhante em sua Sonata sobre Um Tema de Bartok, e o movimento final, uma curta mas pianísticamente desafiante Toccata, o mais efetivo exemplo. A peça impulsa energeticamente através de uma seqüência de repetição obsessiva, com breves pausas antes dos pomposos acordes Bartokianos finais. Clélia claramente não escondeu seu deleite nessa façanha pianística, a qual ela executou com grande ardor.
 “Brasil Três” no Bolivar Hall, RAY PICOT, 6 Novembro 2013

Esse foi simplesmente um dos melhores recitais de piano que ouvi entre muitos nesse ultimo ano.

Clélia é descontraida e se relaciona bem com sua audiência, e nós todos nos deleitamos com o programa de música da América do Sul, além do mágico e inesquecível Chopin.
MUSICAL POINTERS,Clélia em Blackheath, 3 Junho 2013

“Não creio que as obras desse programa pudessem ter sido apresentadas de melhor maneira. Essas são duas artistas altamente qualificadas em termos musicais e técnicos.”
Leighton House Museum, Robert Scott, MUSICAL OPINION MAIO-JUNHO 2012 (recital com a violinista Nadia Myerscough)

“Um esplêndido final de temporada”

O último concerto da série de Clitheroe Concert Society’s 2010-2011 mostrou mais uma noite fascinante e encerrou uma notável temporada no nível mais alto possível.A primeira parte do concerto foi dedicada a Chopin…No intervalo haviano publico um burburinho de entusiasmo e empolgação, não só pela excelente interpretação de Clelia mas por sua facilidade, precisão e desenvoltura.Foi um privilégio para a Clitheroe Concert Society ter uma pianista tão brilhante como convidada. Seu reconhecimento pela grande platéia foi de entusiasmo e agradecimento prolongado!
Ken Guedes, Clitheroe Concert Society, Lancashire, 2011

Clélia Iruzun foi discipula de Nelson Freire na sua juventude, reside em Londres e conquistou uma reputação em música em musica latinoamericana com discos de Lecuona, Mignone e Villa-Lobos. Ela começou o concerto com quatro obras para piano, o primeiro foi o Tango Brasileiro, deliciosamente Chopinesco, de Alexander Levy (1864-1892)… A seguir foi a energética Dança de Negros deFructuoso Vianna (1896-1976), aluno de Henrique Oswald, e outra igualmente energética, Dança Negra de Camargo Guarnieri (1907-1993)… Menos desconhecida é a música de Villa-Lobos (1887-1959), um dos compositores mais prolíficos de sua geração. Festa no Sertão (1936), uma obra extenza, é as vezes traduzida como Jungle Festival. É uma peça que faz grandes exigências do pianista. Iruzun executou-a com uma brilho e naturalidade.”
Classical Source, Douglas Cooksey, Purcell Room, Londres, 24 de Novembro de 2011

“Clélia como que para prestar tribute à terra de adoção tocou autores ingleses. Dois, pelo menos, inteiramente desconhecidos por aqui.

Arnold Bax, um impressionista, realizou com bom gusto a “Nereida”. York Bowen, tido como o Rachmaninoff do reino insular mostrou em quatro Prelúdios uma linguagem vistosa, romântica, de algum modo tributária da do russo.  Mas o escol do programa foi mesmo Chopin, através da Valsa No.1 e da Barcarola. Clélia deu em ambas uma bela realização, estabelecendo planos de sensibilidade convincente. Sempre em dia, a Clélia Iruzun, sempre atenta a pormenores que tanto valorizam uma performance.”
Carlos Dantas, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, Agosto 2006

“Clélia iniciou seu recital com uma parte romântica: cinco Canções sem palavras de Mendelssohn em belíssimos e bem projetados fraseados. Seguiram-se os Estudos Sinfônicos de Schumann – uma proposição musical bem diferente – numa poderosa interpretação notável pelo senso de estrutura. A segunda parte começou com a Sonata do compositor brasileiro João Guilherme Ripper, obra de grande efeito e extremamente bem escrita. Eu espero ouvir outras obras deste interessante  compositor no futuro. Finalmente, encerrou o recital com a Suite Andalucia de Lecuona…Clélia estava em seu elemento essencial, numa execução de brilhante virtuosismo e autoridade.”
Recital no Wigmore Hall, London, Musical Opinion

“Clélia pode tocar tão leve como uma borboleta voa nos céus como também incendiar a platéia com sua vibrante interpretação.”
Dong Fang Daily, Zhenzhou 2005

“Que concerto maravilhoso o de ontem com a pianista Clélia Iruzun! A variedade do repertorio com os clássicos e as músicas brasileiras proporcinaram uma nova experiência para a platéia de Xangai.”
Xinming Evening News, Xangai 2005

“A pianista parecia ter mais de 10 dedos e suas mãos dançavam pelo teclado!”
Chengdu Evening News, Chegdu 2005

“A famosa pianista brasileira Clélia Iruzun tocou o melhor concerto da série internacional da Universidade de Pequim. Esperamos que ela volte muitas vezes.”
Beijing University News, Pequim 2005

“Há muito tempo nós não tínhamos um concerto tão brilhante na nossa cidade.”
Yangtzee Evening News, Nanjing, China, abril 2004

“A pianista Clélia Iruzun nos proporcionou uma noite inesquecível.”
Shanghai East, China, abril 2004

“Clélia Iruzun é uma grande embaixadora do Brasil pelo que demonstrou na punjante interpretação das Bachianas Brasileiras de Villa-Lobos. A 1a. Balada de Chopin foi um incrível deleite estilístico.”
Recital nos Mayfair Concerts em Londres, Musical Opinion, Novembro 2003

“O Concerto No.1 de Mendelssohn assumiu toda a sua imponência nos dedos da brilhante solista. O temperamente ardente porém controlado de Clélia ficou perfeito na execução do 1o. movimento. No 3o. movimento de tempo rápido, a artista revelou dedos inacreditáveis sem perder por um só instante a clareza e o frescor.”
VESTMANLANDS LANS TIDNING, Suécia

“O lirismo eclodiu com a clareza do cristal; o piano magistralmente tocado…Magníficos o Prelúdio e Ária das Bachianas Brasileiras No.4”
SEMAINES MUSICALES, Quimper, França

“Uma recitalista que aparentemente não emprega nenhum esforço físico para tocar piano e ainda assim produz sonoridades que vão de murmúrios a fortíssimos tempestuosos. Os Estudos Sinfônicos de Schumann, grandemente concebidos, alcançaram o público com maturidade consolidada…Iruzun brilhou com originalidade e técnica impecável.”
MUSICAL OPINION, Londres (Recital Purcell Room)

“No Allegro Maestoso (Chopin Concerto No.1) seu fraseado foi excepcional, com refinados toques de pedal, terminando com uma brilhante Coda; Clélia tocou o Larghetto com grande variedade de cores; e no Rondo Vivace foi novamente brilhante tocando com grande virtuosismo. Seu Concerto foi sério sem afetações desnecessárias, nem rigidez; ela parece acariciar as notas e tudo no seu toque é espontâneo e natural.”
EL DIA, Zaragoza, Espanha

“A Valsa Mephisto soou como se o próprio compositor a estivesse tocando… Impecáveis as Variações sobre um tema de Duport de Mozart.”
O GLOBO, Rio de Janeiro (Recital Sala Cecília Meireles)

“O Concerto No.3 de Beethoven foi tocado com técnica cristalina e maturidade altamente desenvolvida”
JORNAL DO BRASIL, Rio de Janeiro (Teatro Municipal)

“Soaram assim pejadas de verve, de brilho, em alternância equitativa com cantabiles bem expressivos o Tango de Albeniz(transcrição de Godowsky), mais outro Tango, este de Marlos Nobre, As Cinco Peças de F. Mignone e principalmente o tríptico de Alberto Ginastera estruturado em danças argentinas. Foi aqui, sem dúvida o ponto alto do recital. Quantas porções de dinâmica transmitidas por um mecanismo fluente. Quanto sentido rítmico preciso e ao mesmo tempo flexível na expressão necessariamente coreográfica. Uma chuva de aplausos desatou-se ininterrupta.”
TRIBUNA DA IMPRENSA, Rio de Janeiro

“As Variações de Mozart K265 receberam uma interpretação brilhante contrastando com sua emocionante performance da transcrição Schubert/Liszt de Fruhlingsglaube.”
KENTISH EXPRESS, Ashford, Inglaterra

“Na Fantasia Wanderer de Schubert os momentos de bravura foram impressionantes e as passagens mais sonhadoras cheias de romantismo. O Scherzo foi cintilante e o Finale com extremo domínio e força…Iruzun terminou o recital com duas peças das Goyescas de Granados, La Maja y el Ruisenõr e El Pelele que encerrou uma noite de esplêndido virtuosismo.”
ABBOTSBURY FESTIVAL, Dorset, Inglaterra

“O recital de Clélia Iruzun no Wigmore Hall no dia 6 de julho (98) confirmou a presença de uma verdadeira musicista com idéias definidas sobre música e sua execução…A Valsa Mephisto de Liszt trouxe este recital a um final deslumbrante.”
MUSICAL OPINION, Londres

“Brilhante e romântica intérprete de Beethoven, Chopin e Scriabin”.
COURIER, Tunbridge Wells, Inglaterra

“A ilustre pianista brasileira Clélia Iruzun deu um bem programado recital lançando seu novo CD “The Waltz Album”. Cada obra foi executada com considerável virtuosismo e introspecção. A Valsa da Dor de Villa-Lobos soou apropriadamente dolente, e música de Mendelssohn, Chopin e Liszt foram todas executadas com notável musicalidade”.
MUSICAL OPINION, Londres, Inglaterra